Todos nós conhecemos a expressão “faça-se a luz”. A teoria do big bang ou a “Grande Explosão” explica que o Universo surgiu a partir de uma explosão primordial, ocorrida a aproximadamente 13,7 bilhões de anos. Essa explosão ocorreu em função da grande concentração de massa e energia, a irradiação cósmica. De onde teria vindo essa forte irradiação?

Dessa explosão surgiu o planeta terra, as constelações. Demonstrando essa visão, o planeta formou-se há 4,56 bilhões de anos, e a vida surgiu na sua superfície um bilhão de anos depois. A biosfera terrestre gerou a  atmosfera e outros fatores abióticos do planeta permitindo: a proliferação de organismos aeróbicos, que dependem do oxigênio e a formação de uma camada de ozônio, a qual, em conjunto com o campo magnético terrestre bloqueia a radiação solar prejudicial, permitindo a vida no planeta terra, um sistema formado por milhões de organismos vivos, que possui um detalhado processo para a manutenção da vida. A existência da vida é uma das características que a diferencia de outros planetas do sistema solar; a água, a terra, o ar, as florestas, tudo isso unido pela vida, fizeram surgir as espécies vivas na água. A evolução do corpo fez surgir o homem primitivo, que não era mais um ser guiado pelo instinto, tinha o nível superior espiritual com livre resolução, podendo seguir ou não as leis da criação.

Durante sua existência o ser humano faz indagações essenciais, como quem somos nós? De onde viemos? Para onde vamos? Qual o significado da vida? Por que nascemos neste planeta? Qual é o significado da vida e sua transitoriedade? Com o nascimento na terra surge a possibilidade de desenvolvermos os talentos da semente espiritual. O ser humano, um ser pensante com liberdade de escolha está  sujeito às consequências dessa liberdade, pois se tem a capacidade de pensar, ele também deve analisar. Todo ser humano traz em seu coração a intuição. Qual é a sua tarefa? Evoluir e fazer a conexão entre o céu e a terra para o bem geral.  Hoje, as pessoas apesar de estarem vivas, agem como robôs. Dominam o superficialismo crescente que embota a capacidade de discernir; seu “eu interior” está adormecido. As pessoas não se valorizam, nem são valorizadas e assim vai se perdendo a dignidade humana, as pessoas não buscam mais compreender o significado da vida e para escapar da vida vazia de sentido precisam despertar e fortalecer o esquecido eu interior e voltá-lo  para o bem, estabelecendo novos propósitos de vida. Seguindo seus corações, as pessoas devem atuar visando a melhora geral das condições de vida no planeta e o aprimoramento da espécie humana, em paz, amor e felicidade.

A esperança da mudança está na motivação aos jovens, para que eles, como seres humanos conscientes, entendam que a vida não é um jogo. Eles são os novos agentes da melhora, da libertação efetiva do país que precisam trazer de volta o bom senso, a ética e a esperança, na busca de melhor futuro para o Brasil e para o planeta. Precisamos almejar uma nova era de progresso que venha requerer um saber que nos posicione corretamente em relação à transitoriedade da vida na matéria, orientando-nos para que alcancemos o potencial máximo da humanidade, através de realizações benéficas e duradouras. Concluímos que o ser humano não descende do animal. É espírito e, portanto, tem de ser humano. A trajetória do ser humano na terra adentra em questões fundamentais da vida mostrando os caminhos e descaminhos da humanidade, apontando falhas e soluções humanas. No livro de autoria do palestrante, “O Homem Sábio e os jovens”, lança luzes sobre as crescentes dificuldades e como fortalecer a coragem e a alegria de viver. Incentiva a busca de respostas. Áudio completo em www.rotarysp.org.br/podcast.

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